Dois aminimigos.
Um jogo desastroso.
Ryder:
Desde que ela se sentou ao meu lado na aula e me deu um olhar mortal, Willa Sutter está na minha lista de merda. Por que ela me odeia, eu não sei. O que eu sei é que Willa é o tipo de caos que eu não preciso na minha vida organizada. Ela é a próxima geração do futebol feminino. Cabelo selvagem, olhos mais selvagens. Lábios picados de abelha que deveriam ser ilegais. E um temperamento que faz o diabo parecer amigável.
Ela é uma pedra no meu sapato, uma provocadora, rabugenta e chata que transformou nosso curso de Matemática de Negócios em uma maldita arena de gladiadores. Eu vou sair desta zona de guerra ileso, saindo por cima... E se eu conseguir isso com aquela diabinha de cabelo louco e briguenta, isso será em mais de um sentido da palavra.
Willa:
Em vez de me dar as anotações de aula que perdi como todos os outros professores que já tive, meu professor idiota me diz para pegá-las do homem da montanha silencioso e ranzinza de flanela sentado ao meu lado na aula. Bem, eu tentei. E o que eu recebi de Ryder Bergman? Fui ignorada. Pelo completo lenhador neandertal sensual. Barba sarnenta e cabelo mais despenteado. Boné esfarrapado que esconde os olhos. E uma recusa teimosa em reconhecer minha existência.
Já lutei contra homens antes, mas com Ryder, é uma guerra. Vou pegar essas notas e quebrar aquela noz de Abominável Homem da Neves mesmo que seja a última coisa que eu faça, eu o terei à minha mercê. A vitória nunca terá sido tão doce.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Responderemos assim que possível!