SINOPSE
Ele não pode salvar meus seios.
Não consigo salvar a voz dele.
Mas o que podemos fazer é pegar a coisa mais assustadora que já enfrentamos e torná-la melhor... tolerável... até ouso dizer... divertida.
Aos vinte e quatro anos e enfrentando um futuro incerto, não estava procurando por isso.
Não estava procurando por ele.
Mas a vida nunca me perguntou o que eu queria.
Viemos de mundos diferentes.
Ele é um artista.
E me pergunto, no entanto, se esse vínculo horrível que compartilhamos é suficiente para preencher a lacuna entre nós.
O que acontece se não melhorarmos?
O que acontece se o fizermos?

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