Descendente distante do trono, Anevay foi criada em uma cidade rural onde tudo o que ela fez foi sonhar com a vida na cidade, uma vida que ela sabia que nunca teria.
Na véspera de seu casamento com um homem trinta e cinco anos mais velho que ela, o reino está em convulsão depois que um golpe fracassado deixou seu tio, o rei e seus primos mortos.
E deixando a própria Anevay... a herdeira aparente.
Ela se viu arrancada do único mundo que já havia conhecido e colocada em uma posição que sempre disseram que ela nunca manteria.
Rainha.
A vida no palácio não tinha nenhuma das emoções da cidade com a qual ela sonhara.
Mas tinha vários homens intrigantes — e frustrantemente bonitos — ali, destinados a ajudá-la em seus novos deveres como governante.
Riven, seu guarda, um homem obstinado e imprudente cuja sede de sangue escondia um lado mais suave e gentil. Tolliver, seu mentor político, um mesquinho arrogante empenhado em fazê-la se sentir uma tola a todo momento.
Casimir, seu médico pessoal do palácio, alguém destinado a conhecer todos os segredos de seu corpo. E Penn, um embaixador de uma terra exótica da qual ela nunca tinha ouvido falar, um homem diabolicamente atraente e sensual que sempre parecia encontrar um motivo para estar perto.
Ela deveria consertar os danos da tentativa de golpe, trazendo seu povo de volta à glória que eles conheceram, mas a atração desses homens ao seu redor se mostra forte demais para lutar.
Mas os inimigos abundavam, ameaçando não apenas as relações entre Anevay e os homens que ela estava começando a amar, mas o sucesso de seu reino e sua própria vida...
Final Feliz. Sem gatilhos. Algumas espadas se cruzam (de todas as maneiras que as espadas podem se cruzar), outras não.

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