Não sou nem de longe o maior fã da noiva do meu irmão mais novo, mas sou muito fã de ver Percy encontrar aquele tipo de felicidade eterna que sei que ele tanto quer. O tipo de coisa que nenhum de nós dois viu nem sinal enquanto a gente crescia.
Pessoalmente, sou meio cético até sobre isso existir de verdade.
Com certeza não tem prova nenhuma disso em nenhum dos casamentos da nossa família.
Mas o casamento de Percy não tem nada a ver comigo; é sobre apoiar meu irmão para ele conseguir tudo o que quer nessa vida, porque foda-se o "felizes para sempre". Para mim, o amor de verdade é exatamente isso: garantir que as pessoas que você ama tenham tudo o que querem e tudo o que precisam.
E, para mim, "as pessoas que eu amo" se resumem a uma só. Percy.
É por isso que, quando a pessoa que deveria amar ele — a noiva para quem ele está prestes a se comprometer pelo resto da vida — prova que na verdade não ama porra nenhuma, faltando só uma hora para o "sim", eu faço o que qualquer padrinho decente faria. O que qualquer irmão mais velho de verdade faria.
Eu tiro Percy daquele lugar nem que seja à força.
Eu conforto ele, consolo e cuido dele do jeito que ele merece.
E então, planejo uma vingança…
Este é um livro de natureza tabu, com personagens de laços de sangue que se amam. Se não é seu tipo de leitura, fique por aqui e escolha outra leitura.

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