Mais vinte minutos.
É tudo o que tenho para provar que Connor Kennedy não é melhor do que eu. De novo.
Capitão do time, filho privilegiado de uma lenda do hóquei, Connor Kennedy é o queridinho da liga. E o único jogador que sempre consegue me tirar do sério. Nossa rivalidade vem crescendo há anos, e quando somos obrigados a dividir o quarto como companheiros de equipe olímpicos, sinto a tensão entre nós atingir o ponto de ebulição.
O mundo pode me ver como o enforcer mais temido do hóquei, o produto de exportação mais raivoso do Alasca, mas todas as noites, no nosso quarto depois do treino, não consigo manter a fachada.
Agora, não consigo tirar Connor da cabeça – mas por outro motivo – e essa obsessão pode arruinar nós dois.
Mas uma coisa sei com certeza: algumas regras existem para serem quebradas.
Para aqueles que desafiaram as expectativas do que o mundo supunha que eram e quem eram.

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